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Pátria e Civismo

Foto: Aki da Serra/Arquivo

Apesar de encerrada as comemorações alusivas a semana da pátria, com o desfile cívico no último sábado, 07 de setembro, o texto desta semana da coluna 100% Tradição, destaca a importância da Pátria, chão nativo, território de domínio de uma determinada gente que por morar nele por algum tempo, proprietário se sente, sente uma saudade “terrunha” ao ficar por um tempo ausente.

Mesmo os nômades tem amor pelo território que perambulam. Mas existe a falsa Pátria que é o território conquistado a força subjugando o povo nativo. O que a história do mundo nos mostra que mesmo o conquistador passando séculos fazendo parte do conjunto, o sentimento dos nativos nunca se mistura totalmente e vice e versa é como se existisse uma pequena Pátria dentro de cada ser e da Pátria maior.

Civismo, sentimento de obrigação, defesa, orgulho e respeito que temos quando o assunto trata de preservar a moradia a família e as tradições, sentimos o instinto de expurgar o que não é familiar e o que é exótico, o que foge dos costumes da nação, da sociedade e da família.

O civismo aumenta quando conhecemos melhor a nossa história, quando passamos a falar dela para os outros, quando avaliamos e aceitamos os modismos mas não deixamos que substituam as tradições seculares. Pátria, é a morada centenária de meus antepassados que apostaram a sorte a saúde e a vida para nela estarem – Civismo, é a vontade de defender com unhas e dentes os meus e a mim mesmo.

Nos outros do sul continentino e meridional temos por excelência um mês de setembro recheado de motivações cívicas e tradicionais nas comemorações da Liberdade da Pátria da Revolução Farroupilha e dia nacional do gaúcho.

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