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Redes de prevenção da Polícia Militar chegam até o interior da Serra Catarinense

Estudantes, professores e moradores da localidade de Báu, na região da Coxilha Rica, interior de Lages, estão mais próximos da Polícia Militar de Santa Catarina. Isto porque pela primeira vez, as redes de prevenção do 6º Batalhão de Polícia Militar, Rede Rural de Segurança (RRS), Rede de Segurança Escolar (RSE), Rede Catarina de Proteção à Mulher e Proerd, vão juntas ao interior.
Nesta semana, uma série de atividades foram desenvolvidas na Escola Municipal de Educação Básica Itinerante Maria Alice Wollf Souza. A instituição de ensino é a escola mais distante que o município atende, está localizada a 80 quilômetros de Lages. São 47 alunos com idade entre 6 e 17 anos, estudantes do 1º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio.
A ideia da ação integrada entre a Polícia Militar e a instituição de ensino é levar mais informação aos moradores do interior com foco na prevenção de todos os tipos de crime. A Polícia Militar está cada vez mais próxima dos cidadãos. A Rede Rural já atende as comunidades rurais patrulhando, protegendo e certificando as propriedades consideradas seguras.
“A vinda das redes de proteção de forma integrada busca fortalecer as ações de prevenção desde a base. Queremos estar perto das pessoas do meio rural para poder atendê-las nas suas necessidades e expectativas”, destaca o sargento José Valdir Goedert.
Durante todo o dia os participantes conheceram equipamentos utilizados no dia a dia dos policiais, como ocorre a comunicação, por meio de rádios localizados dentro das viaturas. Puderam receber mais informações sobre violência doméstica, bullying prevenção ao uso de drogas, crimes. E ainda, desenvolveram atividades recreativas, como pintura facial e confecção de viaturas em papel.
Para a gestora da escola Regina Aparecida Corrêa, ações como está de intervenção junto a comunidade, despertam um outro olhar nas pessoas, o de parceria. “A escola trabalha com educação, e educação é prevenção. E nesse sentido, precisamos trabalhar todos juntos, escola, polícia militar e comunidade”.
 
Comunidade aprova e quer a polícia mais próxima
 
O pecuarista Osvaldo Ataíde, de 69 anos, mora na localidade de Baú desde que nasceu. A filha dele, Nathalia Ataíde, estuda na escola itinerante. Pai presente e preocupado com o futuro e bem estar da filha, ele acompanha a vida escolar da menina. “Procuro sempre acompanhar e estar presente nas atividades que são desenvolvidas aqui na escola. A vida no interior mudou bastante. É importante escutar o que os profissionais que entendem nos dizem para termos uma vida mais tranquila, segura e também para saber quem procurar quando precisarmos”.
O adolescente de 13 anos, Artur Vinicius Mariano, estudante do 8º ano ensino médio, gostou das atividades e ficou atento ao trabalho da polícia militar. “Eu não sabia de todas essas atividades da polícia. Gostei muito, sempre quis participar do Proerd. Acho bem importante que essas informações cheguem até nós, jovens”.

 

Por Catarinas

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