
As obras desta, que sem dúvida foi um marco na história do povo
lageano, deram início em julho de 1912, onde na época o Pároco
era frei Gabriel Zimmer e o arquiteto desta que sem dúvida alguma vem
a ser uma arte dentro da engenharia civil frei Egydio Lother.
Ao que se refere a parte financeira para a construção da matriz
se deu graças ao garimpo propriamente dito do frei Gabriel, que visitou
os grandes pecuaristas da época, e solicitava a doação
de um terneiro que era recolhido em dinheiro.
Em 1921 Frei Gabriel dar por concluída as obras da Matriz e em 1 de
janeiro de 1922 feita a consagração da nossa matriz por Don.
Joaquim Domingues de Oliveira, Bispo da Nossa Capital, a qual nossa matriz
fazia parte. Em 18 de outubro de 1929 nossa paróquia passou a diocese
e tomou posse o nosso primeiro Bispo Don Daniel Hostin, onde nossa matriz,
passou a ser Catedral Diocesana Pelos idos 46, 47 e 50 foram adquiridos os
vitrais. Na festa de ascensão do Senhor ressuscitado no de 1950, foi
inaugurado o sistema de sonorização oriundo da capital Gaúcha,
Porto Alegre.
Em 05 de abril de 1990, a Catedral Diocesana passou a ser considerada como
Patrimônio Cultural Lageano,
Os Sinos
Em 24 de dezembro de 1920, chegara a Catedral
diocesana oriundos da Alemanha os três sinos.
Sendo os mesmos batizados na data acima mencionada,
como Cristo Salvador o Maior no tom “mi”,
pesando 1520 kg e o badalo com 87 kg, doado pelo
Sr. Oscar de Brito e D. Alice Wendhausen, o outro
batizado como Santa Maria, no tom “sol” e
pesando 920 kg e o badalo com 66 kg, doado por
D. Baselissa Alves de Brito e o menor chamando
São Francisco em tom “lá”,
pesando 610 kg e o badalo com 48 kg e foi doado
por Dna Julinha Ramos.
O Órgão
Na data de 26 de maio de 1960 se deu a inauguração
do novo órgão da Catedral, este que
sem dúvida foi considerado na época
o maior de Santa Catarina. Ele foi adquirido na
Fábrica de Órgãos e Harmônicos
Bohn em Novo Hamburgo/RS.
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A escadaria do Morro Grande é o mais novo integrante do roteiro de pontos
turísticos da cidade de Lages. O Morro grande perdeu uma boa parte da
sua estrutura cedendo parte da sua estrutura para uma pedreira confeccionar paralelepípedos
para o calçamento das ruas e outras obras, além de na semana santa
um vultoso número de fieis peregrinarem e fazerem a via sacra, ritual
católico que representa a paixão e morte de Jesus Cristo. Alusivo
as comemorações de aniversário de 500 anos do Brasil, o
então prefeito Décio Ribeiro da Fonseca mandou construir a escadaria
do Morro Grande contendo 500 degraus em sua estrutura de concreto.
Nos finais de tarde, aos visitantes que por lá se
encontram a Natureza se encarrega de propiciar um por
do sol com um raro esplendor de beleza.
Onde os tropeiros e viajantes, faziam as famosas tertúlias (reuniões
ao redor do fogo de chão no acampamento), reunião estas de lazer,
descanso, troca de informações, causos, prosas e quase sempre um
dedilhar de violão e gaita de ponto. Na oportunidade a rapaziada da Vila
ia até o local das pastagens e roubavam dos animais madrinheiros os cincerros
ou trocavam por palhas de milho, esta era uma forma de brincadeira para com os
tropeiros de onde o lageano herdou a alcunha de ladrão de cincerro.
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